Grafite: das ruas para a decoração de interiores

Desenhos proporcionam clima despojado e exclusivo aos ambientes

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Mandala feita pelo grafiteiro Danilo Roots | Foto: Divulgação

Recentemente, o prefeito de São Paulo, João Dória, mandou apagar alguns grafites na cidade. Apesar de toda polêmica envolvendo o assunto, a arte urbana tornou-se também item de decoração, independente da questão ideológica por trás dos desenhos.

Com isso, é cada vez mais comum encontrar ambientes internos com grafites – que nestes casos são chamados de murais, por não estarem desenhados a céu aberto. Assim, os murais agregam aos ambientes internos um clima despojado. Característica que atrai bastante o público jovem e moderno, muitas vezes, formado por jovens casais, de acordo com o grafiteiro Danilo Roots, 32 anos.

Entre as adeptas deste estilo de decoração está a designer de produto, Natalie Davantel Comparetti, 31 anos. “Escolhi o grafite como decoração, porque é uma forma de expressão que eu gosto muito e tira o ambiente de uma monotonia de só ter uma parede pintada”, conta. O mural no apartamento de Natalie foi realizado pela grafiteira Lelê Paes.

Mural na sala da designer de produto Natalie | Foto: Divulgação

Roots destaca também a exclusividade do desenho. “Ele geralmente traz cores e alegria para o ambiente e, além disso, é uma obra de arte exclusiva que nenhuma outra pessoa terá igual”.

Cozinha ficou mais alegre com o mural do Danilo Roots | Foto: Divulgação

Para o grafiteiro, este é um mercado que está em crescimento e promete bons resultados em 2017. “Cada vez mais, as pessoas querem levar a arte da rua para dentro de suas casas e lojas”, ressalta.

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